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pode haver usucapião de imóvel objeto de inventário em andamento?

Pergunta por: edivan batista carvalho 11493 visualizações Civil, Contratos, Família, Ministério Público, Processo Civil, Sociedade, Sucessões, Tributário

Meu pai “comprou” uma casa em Fortaleza por 70 mil, em 1999. Pagou 40 (mediante recibo assinado pela inventariante e registrado em cartório de títulos e documentos) e ficou de pagar 30 quando da transferência em cartório. E passou a ocupar o imóvel imediatamente.
Ocorre que o imóvel faz parte de um inventário. Desde a inicial os herdeiros nunca conseguiram demonstrar a totalidade da cadeia sucessória, nem qualificar todos. Após a compra da casa, foi solicitado Alvará Judicial para a venda, nunca concedido. Foi solicitada manifestação do Ministério Público, por envolver menores.
O que se sabe, por informações da atual inventariante, é que não há condições de reunir documentos de identificação nem assinatura de todos os herdeiros, em número superior a 30, e que até hoje o advogado dos herdeiros nunca conseguiu atender os despachos do juiz da 5ª vara da família em relação à inicial.
Por último, soube-se que diversos outros imóveis do mesmo inventário foram objeto de usucapião por um grupo de herdeiros de um dos lados da família.
Hoje restam 3 imóveis arrolados, pelo que soubemos pela atual inventariante. Um destinado a ela própria está sendo objeto de usucapião. Tem um outro em messejana. E a casa que meu pai comprou.
O atual advogado orientou a atual inventariante que meu pai entre com uma ação de usucapião, alegando que é um processo mais ágil e que nem há pagamento de impostos.
Eu entendo que, por questão de princípio moral, ética, lógica, racionalidade e coerência material, jurídica, comercial e formal, NÃO DEVEMOS INGRESSAR COM PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE PROPRIEDADE USANDO O INSTRUMENTO DE USUCAPIÃO.
Por outro lado, não vislumbro a menor possibilidade de se resolver a questão por intermédio do inventário “em andamento”, com muitas falhas, incompletudes, divergências e inviabilidade de se obter anuência de todos os herdeiros, alguns dos quais declarando-se que não assinarão nada jamais, até porque resolveram a questão da parte que tocou a eles por meio de usucapião.
Há também a questão de saúde do meu pai que está muito abalada por não ter o imóvel escriturado e registrado em seu nome, ele quase não dorme por causa disso e vive preocupado.
Assim sendo, gostaria de lhe pedir a gentileza verificar os diversos comentários, perguntas e respostas a seguir listados, com respectivos link, e me dizer o que acha.
Na hipótese de se optar pelo ingresso do pedido de usucapião, eu acho que precisaríamos resolver estas questões:
  1. como arquivar ou encerrar o processo do inventário?
  2. como concluir usucapião estando em andamento o inventário?
  3. como formalizar a quitação do saldo dos 30 mil (atualizados pela poupança, é claro) em face da concomitante declaração de propriedade via usucapião?
Agradecidamente,
EDIVAN BATISTA CARVALHO
comentários, ementas, perguntas e respostas a respeito do assunto, com respectivos link:
Processo:
AC 101260 SC 1997.010126-0
Relator(a):
Anselmo Cerello
Julgamento:
13/04/1998
Órgão Julgador:
Segunda Câmara de Direito Civil
Publicação:
Apelação Cível n. 97.010126-0, da Capital.
Parte(s):
Apelantes: Rosemary Fornerolli e outros
Apelado: Otilia Saibert Fornerolli
USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIO – IMÓVEL USUCAPIENDO ALVO DE INVENTÁRIO – IRRELEVÂNCIA – ALEGATIVA DE CESSÃO DE RESTRITA ÁREA PARA RESIDÊNCIA, POR QUESTÕES HUMANITÁRIAS – IRRELEVÂNCIA, UMA VEZ VERIFICADOS OS DEMAIS REQUISITOS DA POSSE AD USUCAPIONEM.
O fato do imóvel objeto de usucapião ser alvo de processo de inventário, não impede que o mesmo seja usucapido, uma vez que este tipo de ação real sobre imóvel tem natureza declaratória de propriedade, nem mesmo impede sua aquisição por este modo originário de aquisição de propriedade o fato de sua posse ter sido cedida, para moradia do requerente, por questão humanitárias, se a posse deste é inconteste e superior a vinte anos, tratando-se de pequena gleba divisada e cercada, efetuando o postulante o pagamento dos tributos e tarifas incidentes sobre o imóvel, emitidas em seu nome. Isso porque, a teor do disposto no art. 550 do Código Civil Brasileiro, não figuram como um de seus pressupostos, justo título e boa-fé, sendo disciplinada a discussão sobre o domínio (TJSC – Apelação Cível n. 35.202, DJSC de 24.5.95), se presente o animus domini (acórdão citado); o que pode ser revelado por prova testemunhal (TJSC – Apelação Cível n. 41.289, DJSC de 16.10.95, pág. 14). Mesmo que a posse se iniciasse por mera tolerância – art. 497, CCB – o transcurso do longo lapso sem efetiva reação por parte dos proprietários pode conduzir ao surgimento do requisito do animus domini (JTARS 76/304; TJMS, Ap. 77.538/3, in ADVJur 1990, pág. 343, v. 49.998).
http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/4927307/apelacao-civel-ac-101260-sc-1997010126-0-tjsc
se apenas um dos herdeiros resolver “entrar” com Usucapião , é possível que ela consiga somente sobre a quota-parte dele?
É possível sim o usucapião por um dos herdeiros contra os demais. 
Vejam acórdão recente do TJ/SP (http://esaj.tj.sp.gov.br/cjsg/getArquivo.do?cdAcordao=4321509).
Ademais, pode ser alegado para convencer o Juiz, que o Inventário foi substituído pelo pedido de usucapião, ante a própria precariedade das descrições contidas muitas vezes nas aludidas transcrições antigas, onde há partilhas e vendas (certifico mais…, certifico ainda, certifico finalmente….etc). O que importa é a comprovação do prazo e das confrontações, até porque há vários julgados apontando que não há impedimento algum da realização de usucapião ao invés de inventário.
http://uj.novaprolink.com.br/forum/26/discussao/16221/inventario_ou_usucapiao 
Pode requerer Usucapião em imóvel cujo inventário se encontra arquivado?
Meus pais adquiriram uma casa de 03 contidas em um lote n.º 136 que se encontrava em processo de inventário no ano de 1974 por sessão de direitos. O inventário encontra-se arquivado por falta de cumprimento de certas exigências por parte do inventariante que negociou a casa aos meus pais. Na época, o inventariante nos concedeu um carnê de IPTU e uma planta especificando 03 casas construídas em um imóvel (Lote 136, 136 casa 01, 136 casa 2 – a nossa) . O carnê de IPTU com que ele nos entregou está sendo pago desde a época acima, mas não informa qual casa e sim um número de matrícula. Já construímos mais uma residência sem a licença da Prefeitura no referido imóvel. A certidão do RGI informa só haver um lote, sem o devido desmembramento das 03 casas referidas no ato da compra em 1974. Já se passaram mais de 30 anos em que estamos no imóvel. Podemos entrar com uma ação de Usucapião, já que estamos no imóvel há mais de 20 anos pagando dois carnês (fizemos uma casa em cima e nos foi entregue pelo vendedor da casa outro carnê de IPTU) ? 
Tranquilamente. Para o reconhecimento da aquisição da propriedade mediante o usucapião, com o tempo que vocês estão no local, apenas será necessário comprovar o tempo que estão ai. Simples assim. Vocês já são os proprietários, a ação de usucapião apenas declarará esta condição. Os fatos anteriores à declaração não interessam.
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20091105161305AAWkRrH 
Pode haver usocapião de imóvel que esteja correndo Inventário e formal de partilha?

Se a pessoa que está em usucapião for amiga de algum dos herdeiros, pode-se tentar a retomada por conluio dos dois?

Se o imóvel está sendo inventariado é porque os herdeiros estão interessado nele, portanto não há como usar o usucapião. Ele pode ser retomado pelos verdadeiros proprietários, mesmo que um só dos herdeiros o queira irá conseguir.

O que pode ser feito é uma compra e venda.

A meu ver um imóvel que esteja fazendo parte de um inventário pode, sim, fazer parte de um processo de usucapião, desde que o posseiro do imóvel tenha adquiridoa propriedade do mesmo pelo decurso do tempo legal antes da abertura do processo de inventário.

O posseiro do imóvel adquire a propriedade do mesmo somente pelo decurso do tempo legal,sendo a sentença que julgar procedente a usucapião apenas declaratória deste direito.

Caso o processo de inventário já tiver sido aberto a citãção da ação de usucapião se dará em mome do inventariante nomeado pelo juiz. 

Se o processo de inventário ainda não estiver aberto a citação deverá se dar na pessoa de cada um dos herdeiros.

Se já proferida a sentença de usucapião, a mesma já transitou em julgado e não há como você fazer nada a respeito.
Se a ação de usucapião está em curso, antes de qualquer providência, se faz necessário conhecer os fatos e verificar qual a modalidade de usucapião.
Você também não informa a data de abertura do inventário. Isto é importante, porque a depender, já transcorreu prazo suficiente para se usucapir o imóvel.
Se ainda não transcorreu o prazo para usucapir e o usucapiente, ou se transcorrido, mas o usucapiente não preenche todos os requisitos necessários para usucapir, sugiro que você contrate um advogado para proteger a sua posse.

http://jus.com.br/forum/5065/usucapiao-de-imovel-em-inventario/



Caso você já tenha IPTU, água e energia em seu nome nada impede que requeira o Usucapião, desde que a posse seja mansa e pacífica,´pois é o que determina da Lei.

http://jus.com.br/forum/64330/inventario-e-usucapiao-casa-sem-escritura/ 
 
PERGUNTA-SE ;

- Em que lei podemos entrar para pedir o usucapião?

- normalmente qual o tempo que demora entre a distribuição da petição inicial até a sentença?

- É bom informar ao juiz que o proprietáio do terreno já é falecido, e que nunca apareceu nenhum familiar ou costuma-se dizer que desconhecesse o dono?

- quais os documentos necessários para apresenta ao juiz? conta de luz em nome do Alvaro, IPTU pagos durante esses 6 anos, planta do terreno, certidão do imóvel junto ao cartório de registro do imóvel, e certidão de imposto predial, documentos pessoais, declarações de pessoas conhecidas/vizinhos de como ele mora lá todos esses anos e que cuida do imóvel fazendo até melhorias. E quais os outros documentos? alguma outra certidão?

O pedido será feito com base no art. 1238 do Código Civil, a pessoa indicada para requerer a Ação é quem está na posse (Sr. Álvaro), que deve juntar conta de Luz, IPTU, planta de imóvel, as confrontações do imóvel, tanto do lado esquerdo e do lado direito, dos fundos, da frente. A sentença poderá demorar mais de um ano, pois será citado a União, o Estado e o município, além da públicação por Edital na imprensa oficial.
Caso tenha documento que comprove que adquiriu do falecido deve fazer referência
para utilizar a nova lei do usucapião, que pode-se entrar requerendo o usucapião desde que o terreno não ultrapasse os 250 m2, precisa que a família que está usufruindo do terreno esteja lá por 5 anos ou mais e que GANHE ATÉ 3 SALÁRIOS MÍNIMOS?
Você alega que o inventário está em andamento. Então pergunto: os dois imóveis são registrados e estão no processo de inventário? Caso os terrenos sejam registrados e estejam no inventário, terá que esperar que seja expedido o formal de partilha.

http://jus.com.br/forum/85805/usucapiao-nova-lei/ 
Moro há mais de 20 anos num apartamento que pertenceu a meu avó e herdado pela minha avó. 
Com o falecimento de minha avó o imóvel foi inventariado para ser entregue a minha mãe, mas devido a problemas com multas e imposto de bens que estão no inventário o mesmo nunca foi concluído. 
É possível entrar com uma ação de usucapião para adquirir a posse desse imóvel?

http://jus.com.br/forum/187718/usucapiao-num-imovel-que-esta-num-inventario/
A ação de usucapião deve ser ajuizada na comarca onde está situado o imóvel. Por outro lado, vc até pode comunicar ao juízo do inventário da tramitação da ação de usucapião, porém, não há interferência de uma ação em outra.

Ação de Usucapião, só se não existirem herdeiros, nem disputa pela posse do imóvel.

Fatos Incontroversos: a) a posse é exercida por mais de vinte anos. Assim já ocorreu a prescrição aquisitiva; b) tramita ação de inventário, no qual o bem a ser usucapido figura como acervo do espólio; 

Entendo que o fato de o imóvel ter sido incluído como bem nos autos do inventário não afasta a pretensão de o possuidor ingressar com a ação de usucapião

http://jus.com.br/forum/249706/usucapiao-de-apartamento-arrolado-em-inventario-em-andamento/ 


Moro em um terreno de 200m², situado em área urbana, há aproximadamente 17 anos e esse terreno foi cedido pelo meu sogro, que faleceu recentemente.
Durante esse tempo fiz melhorias no imóvel, uma casa e outras mais. Meu sogro era ciente de tudo que fiz até o seu falecimento.
No entanto, como após sua morte, os irmãos estão querendo instaurar o processo de inventário para repartir o que for conseguido com a venda do terreno e com isso terei que sair de lá.
Claro que disso tudo receberei a parte do que vale a tudo que fiz até hoje, mas sinto que estão querendo me lesar nos valores apresentados por eles. Sem contar que são 17 anos, de muito suor e lágrimas para levantar tudo que fiz e acho não valer a pena eu me desfazer justo agora.

Eu tenho direito de entrar com pedido de usucapião do referido terreno? (onde atualmente moro com minha familia)
Resp: Não. Por não ter sido feito inventário até agora. Em tal caso a posse é precária. E posse precária não admite usucapião. Voce ficou até hoje no imóvel por mera tolerancia do proprietário e seus herdeiros. Salvo se seu sogro fez escritura pública de doação em vida e passou para seu nome. Hipótese em que os filhos dele concordando ou não movendo ação anulatória em tempo prescreve a pretensão de anular a doação na via judicial. Mas creio que isto não ocorreu.

Quais as chances de eu ganhar esta causa?
Resp: Nenhuma. No inventário voce e sua esposa tentem uma parte maior da partilha alegando as benfeitorias úteis por vocês feitas. De forma a caber a voces uma maior parte na partilha do imóvel.

Olha, neste caso, presume-se pelo fato do parentesco, que o seu sogro deixou você morar por mera permissão ou tolerância. A detenção não gera usucapião.
No entanto, consulte o art. 1.255, parágrafo único, do Código Civil, que diz o seguinte: “se a construção ou a plantação exceder consideravelmente o valor do terreno, aquele que, de boa-fé, plantou ou edificou, adquirirá a propriedade do solo, mediante pagamento da indenização fixada judicialmente, se não houver acordo”.
Além do mais, o prazo prescricional para a usucapião, no seu caso, será de apenas 5 anos, ao teor do Código Civil, art. “Art. 1.240, que diz o seguinte: “Aquele que possuir, como sua, área urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.” Porém, o início da contagem da posse de 5 anos será a partir da data do falecimento do seu sogro, isto se não for feito o inventário. O ato de propor ação de inventário e partilha interrompe a contagem do prazo prescricional para usucapião. Também pode ser contado o início do prazo prescricional a partir da data da extinção e arquivamento do processo de inventário. Ou seja, se terminado o inventário e se você permanecer no imóvel por mais 5 anos, nas condições previstas no art. 1.240 do Código Civil, neste caso, poderá propor ação de usucapião urbano.

Meu entendimento é que enquanto não aberto inventário nenhuma ação de usucapião tem chance de exito em havendo herdeiros. Então os 5 anos se contariam a partir do término do inventário. Não da morte do sogro. Mesmo na hipótese de ele ser viúvo (ele diz que tem família) os filhos herdariam por representação da mãe concorrendo com os demais herdeiros e isto inviabilizaria o usucapião.
Apresento este acórdão bem recente do TJRGN para sustentar minha tese. 
Em situação identica foi extinta por impossibilidade jurídica do pedido a ação de usucapião.
← Voltar para TJRN – Apelação Cível: AC 30406 RN 2010.003040-6

http://jus.com.br/forum/228531/usucapiao-tenho-direito-de-entrar-com-processo/






Existe um inventário que ainda não foi finalizado por falta de dinheiro para retirar o formal de partilha. O pai , falecido, deixou para sua e mulher e filhos 4 terrenos que estão divididos no inventário em 4 , cada um com sua cota, são 4 terrenos com 4 escrituras.
Ele faleceu a 23 anos e desde então uma das herdeiras é paga todas as custas de limpeza e manutenção do terreno , impostos e taxas sendo que os outros herdeiros se recusam a pagar qualquer valor que seja inclusive a taxa de inventário, querem apenas que essa mesma pessoa pague e eles tomam posse do terreno.
Pergunto : é possivel essa pessoa entrar com usucapião sendo que ela paga todas as despesas, mesmo o inventário estando parado ? há possibilidade de usucapião do jeito que está ?
http://uj.novaprolink.com.br/forum/26/discussao/16221/inventario_ou_usucapiao 

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  1. rose orta em 03, jun 2013

    minha familia está com um inventário em andamento ´há 15 anos, faz parte do acervo três imóveis que não tem escritura, só compromisso de venda e compra; referidos foram adquiridos pelo morto no ano de 1985; há vários projetos de reforma, mapa de confrontação etc., os impostos estaduais e municipais estão quitados: ocorre que no ano de 2003 o INPS efetuou uma penhora sobre um imóvel, por conta de débitos fiscais do primeiro proprietário, e, há também uma execução, já com penhora de uma divida de banco, também contra o proprietário original, entramos com embargos de terceiro, não conseguimos liminar para parar as execuções.Pergunto : seria possível acionar o juízo do inventário para declarar a posse ? O juízo do inventário forneceu, a pedido e com pagamento de taxas judiciárias, uma certidão de que referido imóvel consta do acervo- art. 370 CPC, os juizos das execuções não deram crédito a tal certidão, negando a liminar.O inventário foi aberto no mês de novembro de 1997. Se possivel, que tipo de ação cabe neste caso? O esboço de partilha já foi apresentado, e a homoçogação está pendente de um agravo de instrumento, interposto pela inventariante ,julgado procedente, pendente de publicação de Ac. face ao Estado pretender atualizar o itcd, que já está quitado na forma legal.Penso que, se entregue o formal de partilha com alvará para lavrar as escrituras, o cartório não irá formalizar, em face das penhoras registradas.Desejo entrar com alguma ação por dependência ao inventário, para que o juízo do inventário declare a posse plena do mesmo e resolver a pendenga no cartório. Também consultei uma cartoraria antiga, que me ensinou que o cartorio aonde está lavrada a escritura tem obrigação de aceitar a certidão do juiz do inventário e derrubar as penhoras. Será isso juridicamente possível?

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  2. Márcia Abbade em 14, jul 2013

    Somos em três irmãos,criados fomos só por minha mãe ,moro em Jacareí,quando criança,minha mãe deixou-me com minha avó,e ela morava em Santos,com meus dois irmãos, depois ela veio morar com minha avó também,junto com meus irmãos.Com o passar dos anos minha mãe conseguiu comprar essa casa,ela faleceu em 1980, depois de seu falecimento, continuei a morar na casa, a cuidar e a zelar por ela,pagando inclusive os impostos, e meus irmãos, não estão nem aí se os impostos estão pagos,se a casa está caindo, não colaboram com nada.Dos irmãos eu sou a única mulher, tenho 55 anos e moro sòzinha na casa.Já se fazem 33 anos que minha mãe e faleceu eu continuo morando na casa.Gostaria de saber se tenho direito a uso capeão de casa? E como devo proceder, a casa ainda está em nome de minha mãe.

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  3. Fatima Sara em 18, set 2013

    Moro com minha irma na casa onde minha mãe morou por mais de 40 anos, a mesma faleceu em 2011, meu pai abandonou a casa em 1982 para viver com outra , mas nunca se separaram judicialmente, após a morte da minha mãe , meu pai quer vender a casa e ficar com 50% do valor. A minha pergunta é; posso entrar com usucapicão no lugar do inventario??

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  4. janete em 03, nov 2013

    moro em uma casa a 20 anos com meu filho meu marido faleceu a 14 anos mas ele era separado mas não legalmente e tinha filhos com a ex esposa eles receberam 53,000 de cada um eu vivia com ele a 9 anos não recebi nada portanto só tenho acasa pra morar, então gostaria de saber se posso entrar com usucapião mesmo não tendo feito o inventario mas tenho posse da escritura da casa. obrigada

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  5. priscila garlet em 03, dez 2013

    uma senhora faleceu e o ministério publico abriu inventário sobre o imóvel da falecida e ela não tinha herdeiros,se alguém entrar mesmo com esse processo do mp e sem herdeiros as pessoas que estão morando tem o direito de ganhar este imóvel?

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  6. MARIA DO SOCORRO M DE LIMA em 10, fev 2014

    Peço uma ajuda por favor!!!

    Um casal adquiriu um imóvel há muito tempo atrás, não regularizou a escritura, não se sabe o paradeiro dos vendedores, se deixou herdeiros ou não, (se estao vivos ou não), não se tem noticias alguma. Há alguns anos, faleceu o comprador deixando a viuva e filhos; foi feito o inventario dele; e esse imóvel é objeto de um processo de usucapião, atualmente faleceu a viuva. Agora pode-se incluir esse imóvel no inventario da viúva meeira? Ou não há necessidade de fazer-se inventario?

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  7. Angela em 09, abr 2014

    Minha duvida é: herdei um imovel do meu tio como unica herdekra legal.No entanto o mesmo estava apenas cedido ha quase 10 anos ao enteado dele Só que a esposa do meu tio faleceu 4 meses antes e deixou 3 imoveis para o filho
    Ele tem agora 3 imoveis herdados e nao quer sair do meu imovel que ja foi inventariado e esta no meu nome Entrei com açao de reintegraçao de posse Eu ja tenho dois imoveis proprios Esse enteado tem como pedir posse por usufruto urbano ? Qual o risco que eu corro de perder o imovel?

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  8. marcia em 21, mai 2014

    Boa tarde

    Sou um dos 6 herdeiros de uma casa adquirida por meu pai e ja quitada. Ele nunca se preocupou em tirar uma escritura ficando apenas com o termo de quitacao. Na epoca da morte dele, em 2005 eu estava em outro Pais por isso, um de meus irmaos mandou uma procuracao particular dando ao advogado direito a movimentar o inventario. Assinamos quase todos menos um. O fato e que o inventario foi arquivado e ate hoje assim esta. Ja retornei ao Brasil e tenho estranhado as atitudes de um de meus irmaos que pediu a minha mae o IPTU dos ultimos anos ate ai tudo bem. Agora ele quer o termo de quitacao da casa dizendo que precisa abrir firma e para isso precisa do termo para recnhecer firma. Nao tenho muito conhecimento nesta parte mas sei que para assuntos particulares dele, tudo que ele precisasse eu tambem precisaria e nunca precisei do termo de quitacao da casa de meus pais para nada. Estou muito desconfiada deste irmao pois ele ja vendeu o carro que pertencia a meu pai dizendo que estava no nome dele so que minha mae tem copias do documento e este carro estava no nome do meu pai (nao poderia ser vendido pois o inventario ainda nao acabou) mesmo assim ele vendeu e nunca deu satisfacao a ninguem.
    Gostaria de saber o que este irmao pode fazer com o termo de quitacao da casa. Quanto a minha procuracao, vou tentar cancelar esta pois se estou no Pais, nao preciso que o advogado me represente de da forma como foi feita a procuracao dando a ele direito de fazer qualquer coisa. Tinha muita confianca no meu irmao mas ja esta abalada por esta duvida. Por favor , gostaria que me esclarecessem se estou preocupada sem motivo ou se tenho razao e preciso me precaver para que um nao prejudique todos os outros. Obrigada.

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