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Bom dia, terminei agora há pouco a prova física do concurso da PM, em que teria que realizar 6 voltas de 2.400m em 12 minutos, porém já nos treinamentos antes da realização da prova física, ao fazer teste ergométrico para demonstrar que estava apto a realizar a mesma, houve uma contusão no joelho que veio a me prejudicar durante a realização desta mesma prova de corrida. Infelizmente quando fui perceber a lesão já havia feito o teste ergométrico e se encontrava em casa só me faltando esperar o dia da prova física. Enfim, no dia da prova física fui muito bem em todas as etapas (barra fixa, abdominal, flexão de braço) mas justamente na corrida por estar contudido durante a 4ª (quarta) e 5ª (quinta) voltas a lesão do joelho começou a piorar, não dando mais para dar continuidade a corrida e somente conseguia andar, completei a 5ª volta já sem condições de correr só me restando uma última volta a 6ª para finalizar a prova e prosseguir para a última etapa que seria a natação (25m). Gostaria que me ajudassem no sentido se tenho direito a proceder com algum tipo de recurso ou mandado de segurança para realização de uma nova corrida após a lesão ser curada. Agradeço a atenção e compreensão de todos.

Pergunta por: 671 visualizações ,
Civil, Concurso, Constitucional, Consumidor, Judiciário, Legislação, Ministério Público, Obrigações, Penal, Processo Civil, Teoria do Direito, Trabalho

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  1. João Lima de Oliveira em 01, maio 2014

    Prezado,

    Em caso semelhante, veja como decidiu o Tribunal de Justiça de SC:

    MANDADO DE SEGURANÇA PREVENTIVO. CONCURSO PÚBLICO. SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR. INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE NOVA DATA PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME DE APTIDÃO FÍSICA. PERÍODO DE RECUPERAÇÃO APÓS PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. CANDIDATO PREDISPOSTO À HÉRNIA INGUINAL RECIDIVANTE. NÃO COMPARECIMENTO NO DIA DA PROVA. TRATAMENTO DIFERENCIADO QUE VIOLARIA O PRINCÍPIO DA ISONOMIA. EDITAL QUE PREVÊ A EXCLUSÃO DO CERTAME. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DA OFENSA A DIREITO LÍQUIDO E CERTO. ORDEM DENEGADA. “O Supremo Tribunal Federal, com repercussão geral do RE n. 630733 (Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado pelo plenário em 15.03.2013), reafirmou a ‘inexistência de direito constitucional à remarcação de provas em razão de circunstâncias pessoais dos candidatos’, ao validar a proibição editalícia em atenção ao princípio da isonomia” (AC em MS n. 2013.062166-0, de Timbó, rel. Des. Jaime Ramos, J. 29-11-2013). Processo: 2013.046589-7 (Acórdão). Relator: Des. Jorge Luiz de Borba. Origem: Capital. Órgão Julgador: Grupo de Câmaras de Direito Público. Data de Julgamento: 09/04/2014. Classe: Mandado de Segurança.

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